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Ela sorriu. O sorriso disse vem. Ele foi. Se aproximou devagar e arrastou os dedos pelo couro cabeludo dela, pouco depois beijou-lhe a testa e a buchecha, quando olhou naqueles olhos a beijou porque nada mais devia ser feito. Como se esperasse havia anos, o coração dela disparou a bater, e seus dedos buscaram o corpo dele como a uma necessidade vital. Um corpo que estava entregue, totalmente vunerável, faminto, louco,



continua...

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