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Ela entrou, fechou a porta e andou até a geladeira como se alguém a observasse, estava especialmente elegante. Da geladeira tirou a garrafinha bonitinha de vidro. No banquinho sentou, na janela estava a sua atenção. Olhou pra bolsa que, esqueci de dizer, tinha jogado conscientemente de qualquer jeito, de modo que caiu da mesa no chão pouco tempo depois.
continua...
a beleza da garrafa , é o inconsciente da beleza feminina dela que ela n observa.
ResponderExcluire a bolsa seria o consciente de largar td e viver.
só isso, viver.
!
te gosto manu de madrugadas.