o que eu descobrir é que sinto a falta dele. penso muito nele imaginando coisas que poderíamos fazer, e lembrando de algumas que fizemos mesmo com tantas limitações.
mas junto com isso, mais uma vez, insistentemente, vem a meus pensamentos a possibilidade de sempre: posso estar sentindo falta de companhia. o que ele parecia sentir por mim eu não encontrarei em qualquer lugar, e eu adoro, quando acredito. duvido sim, já que ele dava tão pouca importância a minha presença.
no entanto, o tipo de lembrança é diferente, mas vale ressaltar que não espero pouco de minha cabeça, ela é capaz de artifícios desses. e talvez essa saudade seja sempre, comigo e com todos, vontade de estar junto, de ser iludido com o companheirismo, que apesar de ilusão é verdadeiro.
eu quero ele do meu jeito. sem pensar em futuro ou passado, em expectativas ou convenções. quero entender ou não, sem que seja necessário explicação.
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