Depois da exposição ao que me parece meu oposto, o cúmulo da futilidade, pura, simples e consciente, não deveria, mas me lembro da minha incapacidade de identificação com qualquer identidade. Talvez não por ser diferente de tudo o que existe, e sim pela incapacidade de aceitar e entrar em conformidade plena com alguma realidade. Levo em consideração a importância do bem estar, a busca por emoções, estas que podem ser encontradas, já que sempre parcialmente, até na levianidade de assimilar os valores hegemônicos da sociedade em que vivo. No entanto, mesmo pensando assim, algo que talvez não seja compartilhado com esta forma de ver o mundo, não estou mais distante da felicidade relativa do que uma criança com corpo de adulto que quer desfrutar do que a maioria das pessoas entendem por satisfação?
a idéia é simples: minha compreensão de prazer não é superior a de quem vive constatemente esbofeteado com as contradições superficiais do senso comum. mesmo que eu não dê importancia a problemas que são bobamente priorizados por pessoas e com as quais não consigo me entender enquanto eu não conheço a sua singularidade. talvez a dúvida me consuma mais que a falta de bens a serem expostos, que a dificuldade de controlar os próprios estímulos, (...)
simples demais, é só um momento ruim...
bom: sensível
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